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ALNICOM
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11/10/2002
12:33:10
Subject: Al Qaeda
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Message:
A entrevista a seguir, foi feita por um repórter da Rede Al-Jazeera com o terceiro homem em comando da
organização Al Qaeda, o sr. Mohammed Al-Asuquf .

Al-Asuquf tem uma qualificação impressionante, doutor em física e mestrado em economia internacional. Na
entrevista, ele fala dos planos da Al Qaeda com total
desprendimento, conhecimento de causa e transmite uma
segurança inabalável. Esta entrevista foi enviada a Abel-Bari Atwan, editor-chefe do Al Quds, um jornal de língua árabe publicado em Londres, mas não chegou a ser publicada, pois seu conteúdo é muito revelador. Uma cópia da entrevista veio parar em Foz-do-Iguaçú e foi traduzida para o português por um professor
universitário da comunidade árabe daquela cidade.

Esta é provavelmente a única versão, que não em árabe,
desta entrevista.

Al-Jazeera - Qual o objetivo da rede Al Qaeda?

Al-Asuquf - Destruir o Grande Satã, isto é, os Estados
Unidos e Israel.

Al-Jazeera - Por quê?

Al-Asuquf - Os USA vêm ao longo de 60 anos impregnando o
mundo com a sua arrogância, ganância e maleficência. É a
encarnação de tudo que é mal. As pessoas que vivem nesse
planeta não merecem este martírio.

Al-Jazeera - Esta visão não é um tanto unilateral?

Al-Asuquf - Não, é só você observar os últimos
acontecimentos. O desrespeito ao tratado de Kyoto, o
caso do Tribunal Penal Internacional Permanente, a
inatividade em relação aos nossos irmãos palestinos, a
ganância financeira com especulações absurdas sobre os
países do Terceiro Mundo, o descaso completo com outros
povos oprimidos e outras infinidades de situações que
todos os chefes-de-estado ao redor do mundo conhecem. E
para coroar a situação: a doutrina Bush de "atirar
primeiro e perguntar depois". Isso é um abuso
inaceitável e portanto terá conseqüências muito graves.

Al-Jazeera - Mas o desenvolvimento e a influência
americana não é fruto de uma competência?

Al-Asuquf - Competência em extorquir, competência em
subjugar, competência em mentir. Após a Segunda Guerra
Mundial, o USA era o único país industrializado com o
seu parque de fábricas intacto. Emprestando dinheiro,
como um bom agiota, cabou por se tornar um país muito
rico e poderoso, porém, sua ganância não foi reduzida.
Hoje os americanos vivem como nababos, desperdiçam como
nenhum outro povo, gastam cerca de 80 bilhões de
dólares, por ano, só em apostas. Perderam a noção de
espiritualidade e vivem em constante pecado. A cada dia
que passa os USA demonstram que não sabem viver com
outros povos, por isso, merece ser destruído.

Al-Jazeera - Não seria mais fácil assassinar o
presidente George W.Bush?

Al-Asuquf - Em primeiro lugar não iria adiantar nada,
além, talvez, de transformá-lo em mártir. Quando você
tem um inimigo poderoso pela frente a melhor estratégia
é não matá-lo e sim fazer ele perder a liderança por
incompetência e deixá-lo viver para ver isto acontecer.

Al-Jazeera - A rede Al Qaeda tem capacidade bélica de
guerrear com o USA?

Al-Asuquf - Se analisarmos a história, veremos que toda
grande guerra antes de ser iniciada era baseada em
conceitos já estabelecidos. Mas observando bem, estes
conceitos e estratégias de nada adiantaram, pois uma
outra forma de guerra estava por ser travada. Um exemplo
foi a construção da Linha Maginot pelos franceses após a
Primeira Guerra Mundial e que na realidade se mostrou
completamente inútil diante das forças invasoras. Os
porta-aviões, submarinos nucleares, satélites espiões de
nada adiantarão na próxima guerra.

Al-Jazeera - Autoridades americanas mantém mais de 1000
pessoas suspeitas de terrorismo após 11 de setembro,
isto não compromete os planos da Al Qaeda?

Al-Asuquf - Destas pessoas prezas talvez 20 ou 30
pertençam a Al Qaeda. Porém, são do segundo escalão. Nós
possuímos mais de 500 integrantes do primeiro escalão e
800 do segundo escalão dentro dos USA.

Al-Jazeera - O que significa primeiro ou segundo
escalão?

Al-Asuquf - Primeiro escalão são integrantes da Al Qaeda
que se encontram no USA há mais de dez anos, muitos
deles casados e com filhos. Conhecem por alto os planos
e estão apenas aguardando um telefonema. Também são
conhecidos por "adormecidos". Os de segundo escalão
chegaram nos últimos 5 anos e não possuem a mínima idéia
dos planos.

Al-Jazeera - Mesmo os casados, com filhos, estariam
dispostos a morrer com suas famílias?

Al-Asuquf - Sim. Todos estão dispostos a morrer.Vide 11
de setembro.

Al-Jazeera - Nos planos gerais da Al Qaeda o que foi 11
de setembro?

Al-Asuquf - Numa escala geral, foi apenas o início. Foi
apenas uma maneira de chamar a atenção do mundo para o
que ainda virá.

Al-Jazeera - Quantos membros a Al Qaeda possui?

Al-Asuquf - Dê primeiro escalão, perto de 5 mil, de
segundo escalão, perto de 20 mil ao redor do mundo.

Al-Jazeera - Na prisão de Guantanamo têm algum
integrante do primeiro escalão?

Al-Asuquf - Não, inclusive muitos nem são da rede Al
Qaeda.

Al-Jazeera - Como a Al Qaeda pretende destruir a nação
mais poderosa de toda a história.

Al-Asuquf - É uma questão de logística. Usando o seu
próprio veneno, isto é, atacando o coração do que eles
consideram a coisa mais importante neste mundo: o
dinheiro.

Al-Jazeera - Como assim?

Al-Asuquf - A economia americana, é uma economia de
falsas aparências. Não existe lastro econômico real para
a economia americana. O PIB americano é algo entorno de
10 trilhões de dólares, sendo que apenas 1% vem da
agropecuária, apenas 24% vem da indústria. Portanto 75%
do PIB americano vem de serviços e grande parte disto
são especulações financeiras. Para quem entende de
economia, e ao que parece o secretário do Tesouro
americano, Paul O'Neil não entende ou não enxerga, basta
ver que o USA como um todo, se comporta como uma imensa
companhia "ponto-com" e os dólares propriamente dito são
suas ações.

Al-Jazeera - O senhor pode explicar mais?

Al-Asuquf - O valor das ações de uma companhia é
diretamente proporcional à rentabilidade desta empresa.
Quando a empresa é apenas prestadora de serviço e não
produz bens, o valor de suas ações depende de sua
credibilidade. O que quero dizer é que se a
credibilidade dos USA for abalada, suas ações (o dólar),
irão cair numa velocidade impressionante e toda a
economia americana entrará em colapso.

Al-Jazeera - Como o senhor tem certeza disto?

Al-Asuquf - Em escala menor, é exatamente o que os
grandes grupos financeiros fazem com países do Terceiro
Mundo para conseguir rentabilidades em um mês o que
nenhum banco suíço poderia dar em 4 ou 5 anos.

Al-Jazeera - Como, portanto, a Al Qaeda conseguiria
abalar a economia americana a esse ponto?

Al-Asuquf - Provocando um déficit de 50 a 70 trilhões de
dólares, o equivalente ao PIB de 5 a 7 anos dos USA.

Al-Jazeera - Como isto seria feito?

Al-Asuquf - Com a destruição das 7 maiores cidades
americanas e mais algumas medidas.

Al-Jazeera - Isto seria feito através de que método?

Al-Asuquf - Usando bombas atômicas.

Al-Jazeera - Com toda a segurança nos USA como,
hipoteticamente, estas bombas seriam lançadas em solo
americano?

Al-Asuquf - Elas não serão lançadas, elas já estão lá.

Al-Jazeera - O quê o senhor está dizendo?

Al-Asuquf - Já existe 7 ogivas nucleares em solo
americano que foram colocadas antes do 11 de setembro e
estão prontas para serem detonadas.

Al-Jazeera - Como elas entraram nos USA?

Al-Asuquf - Antes do 11 de setembro a segurança
americana era um fiasco, e mesmo depois, se fosse
necessário, também conseguiríamos colocar as bombas nos
USA. Elas entraram através dos portos marítimos, como
cargas normais.

Al-Jazeera - Como isto é possível?

Al-Asuquf - Uma ogiva nuclear não é maior que uma
geladeira, portanto, pode ser facilmente camuflada como
uma. Em um porto marítimo chegam milhares de contêineres
por dia, por mais eficiente que seja a segurança é
impossível checar, vasculhar e examinar cada contêiner.

Al-Jazeera - De onde vieram estas bombas atômicas?

Al-Asuquf - Foram compradas no mercado negro.

Al-Jazeera - De quem?

Al-Asuquf - Da antiga URSS compramos 5 e do Paquistão
mais 2.

Al-Jazeera - Como é possível comprar uma bomba atômica,
não existe segurança?

Al-Asuquf - Ates de 1989 era praticamente impossível,
porém após a queda do muro de Berlim, o exército russo
entrou em um processo de autofagia e alguns generais de
alto escalão começaram a perder seus privilégios,
portanto, ficaram altamente susceptíveis as corrupções.
O próprio General Lebeb, já falecido, e o chefe da
comissão de inspetores de armas da ONU, Hans Blix já
sabiam disto, apesar do ministro da Defesa russo,
Serguey Ivanov negar.

Al-Jazeera - Quanto custa uma bomba nuclear?

Al-Asuquf - Algo em torno de 200 milhões de dólares.

Al-Jazeera - Como a AL Qaeda conseguiu este dinheiro?

Al-Asuquf - Temos vários patrocinadores

Al-Jazeera - Quem são eles?

Al-Asuquf - Existem vários países que nos patrocinam e
mais algumas pessoas muito ricas.

Al-Jazeera - São todos países árabes?

Al-Asuquf - Não, existem, inclusive, países da Europa
que também têm interesse na queda dos USA.

Al-Jazeera - Quem são estas pessoas ricas?

Al-Asuquf - Pessoas que também se cansaram de ver os USA
sugando o resto do mundo.

Al-Jazeera - Saddam Hussein é uma delas?

Al-Asuquf - Poderia se dizer que é apenas um dos
colaboradores, na pessoa de Abdul Tawab Mullah Hawaish,
seu vice-primeiro-ministro e responsável pelos programas
de armas do Iraque.

Al-Jazeera - Estas bombas atômicas são de que potência?

Al-Asuquf - As 5 ogivas russas são dos antigos mísseis T-
3, também conhecidos como, RD-107 e sua potência é algo
em torno de 100 kilotons cada uma, isto é, 5 vezes a
bomba de Hiroxima. As paquistanesas são menos potentes,
algo em torno de 10 kilotons.

Al-Jazeera - As bombas não podem ser detectadas e
desarmadas pelas autoridades americanas?

Al-Asuquf - Não, apesar de antigas elas sofreram
modernizações e estão muito bem escondidas. Mesmo que
fossem localizadas, elas possuem dispositivos de
autodetonação se alguma coisa se aproximar. Mesmo pulsos
eletromagnéticos não são capazes de desativá-las.

Al-Jazeera - Elas não emitem radiação? Não podem ser
detectadas?

Al-Asuquf - Não. Elas estão envoltas em grossas paredes
de chumbo.

Al-Jazeera - Um navio paquistanês, suspeito, há pouco
tempo foi vistoriado e só encontraram barras de chumbo.
Isto tem alguma coisa a ver com as bombas?

Al-Asuquf - Sim, porém aquele chumbo seria apenas uma
cobertura extra, não necessariamente fundamental.

Al-Jazeera - Como estas bombas seriam detonadas?

Al-Asuquf - Existem vários métodos, ligação por celular,
rádio freqüência, abalos sísmicos ou pelo seu relógio
regressivo.

Al-Jazeera - Uma vez detonadas, estas bombas causariam a
morte de quantas pessoas?

Al-Asuquf - Depende, pois o plano é muito maleável

Al-Jazeera - Qual é, portanto, todo o plano?

Al-Asuquf - A princípio seria detonada uma ogiva, o quê
iria provocar a morte 800 mil a 1 milhão de pessoas e
provocaria um caos de proporções nunca antes vistas.
Durante este caos, mais 2 ou 3 aviões agrícolas que se
encontram desmontados em celeiros perto de estradas sem
movimento do interior dos USA levantariam vôo para
pulverizar mais 2 ou 3 grandes cidades americanas com
varíola, em missões suicidas. Isto significa que uma vez
identificada a varíola, todos os portos aéreos e
marítimos seriam fechados para quarentena. As fronteiras
terrestres também se fechariam. Nenhum avião, barco ou
veículo terrestre sairia ou entraria nos USA. Isto seria
o caos total. O secretário de imprensa da Casa branca,
Ari Fleischer terá muito trabalho para fazer.

Al-Jazeera - Mas o governo americano garantiu que em 5
dias poderia produzir vacina contra a varíola para toda
a população.

Al-Asuquf - Ataques suicidas paralelos serão feitos
contra as fábricas das vacinas.

Al-Jazeera - Qual seria a primeira cidade?

Al-Asuquf - A primeira cidade será a que melhores
condições apresentar, por exemplo, céu claro, ventos de
8 ou mais milhas/hora em direção ao centro do país, para
que a poeira radioativa possa contaminar a maior área
possível.

Al-Jazeera - Esse ataque aniquilaria a USA?

Al-Asuquf - Não. Mas o processo estaria iniciado. Quem
iria comprar algum alimento dos USA sabendo que poderia
estar contaminado por radiação? Que iria viajar para os
USA sabendo da possibilidade de contrair varíola? Quem
continuaria a investir dinheiro em instituições
americanas? Como no World Trade Center, seria apenas uma
questão de tempo para toda a estrutura econômica ruir e
virar pó. Se os objetivos forem alcançados com uma bomba
e a varíola, provavelmente iremos poupar a vidas de
outras pessoas, porém é arriscado e provavelmente mais 6
bombas atômicas serão detonadas, uma por semana, e mais
ataques com armas químicas serão efetuados.

Al-Jazeera - Quantas pessoas inocentes morrerão?

Al-Asuquf - Segundo estimativas feitas por mim e Ayman
Al-Zawahiri algo em torno de 15 milhões, devido às
bombas atômicas e sua radiação. Das contaminadas por
varíola, 25% morrerão, algo em torno de mais 5 milhões e
muito outras devido ao caos e a desordem instalada.

Al-Jazeera - Mas a resposta militar americana?

Al-Asuquf - Praticamente não haverá. Mesmo que 5 ou dez
cidades sejam escolhidas de maneira aleatória para serem
destruídas, ainda será um preço pequeno para pagar. O
problema é que o desespero econômico será tão grande que
até poupar de gastar armas desnecessariamente ocorrerá,
pois a liquidez de bens americanos ficará quase a zero e
nesta altura os USA ganharão mais vendendo um porta-
aviões da classe Nimitz que custa perto de 5 bilhões de
dólares para a Turquia ou Itália por 1 bilhão de
dólares, pois precisarão se recapitalizar de maneira
urgente, porém será tarde de mais. Além do mais, qual
será a moral de um soldado americano de lutar sabendo
que toda a sua família morreu e seu país deixou de
existir. Lutar pelo quê?

Al-Jazeera - A economia mundial, também, não ruirá?

Al-Asuquf - No início será muito difícil, uma grave
crise econômica se instalará. Porém sem os USA o mundo
logo se erguerá de maneira mais justa e fraterna.

Al-Jazeera - E Israel?

Al-Asuquf - Como vocês dizem... será a sobremesa.

Al-Jazeera - O porta-voz de bin Laden, Sulaiman Abu
Gheith, sabe que o senhor deu esta entrevista?

Al-Asuquf - Foi ele e bin Laden que me sugeriram que
desse a entrevista.

Al-Jazeera - Hosama bin Laden está vivo?

Al-Asuquf - Vivo e com muita saúde, ao lado de seus
comandantes, Mohammed Atef e Khalid Shaik Mohammed e o
Mulá Omar.

Al-Jazeera - E o senhor não receia que venham a
descobrir os planos da Al Qaeda?

Al-Asuquf - O plano já está em sua contagem regressiva,
nada mais poderá pará-lo.

Al-Jazeera - Nem mesmo um pedido de desculpas e novas
atitudes por parte dos USA?

Al-Asuquf - Isso não aconteceria e mesmo assim é tarde
demais.

Al-Jazeera - Quando será iniciado o ataque?

Al-Asuquf - Não posso revelar. Allahu Akbar (Deus é
Grande)




FBI
Guest


11/10/2002
14:59:38
RE: Al Qaeda
IP: Logged

Message:
You already tried this once fella just a few days ago. It didn't fly then, it won't fly now. Ignorant hyperbole taken from an old (very old) U.S. television script.


Alnicom
Guest
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11/10/2002
16:28:37
RE: Al Qaeda
IP: Logged

Message:
hahahaha
Mas q pela-saco!!!


Joaquim Machado
Guest
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11/10/2002
17:30:17
RE: Al Qaeda
IP: Logged

Message:
Cresce menino!!!!!!


Joaquim Machado
Guest
 Email

11/10/2002
17:33:15
RE: Al Qaeda
IP: Logged

Message:
Alnicom:

Voce é uma fábrica de bobagem, uma fonte de porcaria.


ALNICOM
Guest
 Email

11/10/2002
17:33:45
RE: Al Qaeda
IP: Logged

Message:
A entrevista a seguir, foi feita por um repórter da Rede Al-Jazeera com o terceiro homem em comando da
organização Al Qaeda, o sr. Mohammed Al-Asuquf .

Al-Asuquf tem uma qualificação impressionante, doutor em física e mestrado em economia internacional. Na
entrevista, ele fala dos planos da Al Qaeda com total
desprendimento, conhecimento de causa e transmite uma
segurança inabalável. Esta entrevista foi enviada a Abel-Bari Atwan, editor-chefe do Al Quds, um jornal de língua árabe publicado em Londres, mas não chegou a ser publicada, pois seu conteúdo é muito revelador. Uma cópia da entrevista veio parar em Foz-do-Iguaçú e foi traduzida para o português por um professor
universitário da comunidade árabe daquela cidade.

Esta é provavelmente a única versão, que não em árabe,
desta entrevista.

Al-Jazeera - Qual o objetivo da rede Al Qaeda?

Al-Asuquf - Destruir o Grande Satã, isto é, os Estados
Unidos e Israel.

Al-Jazeera - Por quê?

Al-Asuquf - Os USA vêm ao longo de 60 anos impregnando o
mundo com a sua arrogância, ganância e maleficência. É a
encarnação de tudo que é mal. As pessoas que vivem nesse
planeta não merecem este martírio.

Al-Jazeera - Esta visão não é um tanto unilateral?

Al-Asuquf - Não, é só você observar os últimos
acontecimentos. O desrespeito ao tratado de Kyoto, o
caso do Tribunal Penal Internacional Permanente, a
inatividade em relação aos nossos irmãos palestinos, a
ganância financeira com especulações absurdas sobre os
países do Terceiro Mundo, o descaso completo com outros
povos oprimidos e outras infinidades de situações que
todos os chefes-de-estado ao redor do mundo conhecem. E
para coroar a situação: a doutrina Bush de "atirar
primeiro e perguntar depois". Isso é um abuso
inaceitável e portanto terá conseqüências muito graves.

Al-Jazeera - Mas o desenvolvimento e a influência
americana não é fruto de uma competência?

Al-Asuquf - Competência em extorquir, competência em
subjugar, competência em mentir. Após a Segunda Guerra
Mundial, o USA era o único país industrializado com o
seu parque de fábricas intacto. Emprestando dinheiro,
como um bom agiota, cabou por se tornar um país muito
rico e poderoso, porém, sua ganância não foi reduzida.
Hoje os americanos vivem como nababos, desperdiçam como
nenhum outro povo, gastam cerca de 80 bilhões de
dólares, por ano, só em apostas. Perderam a noção de
espiritualidade e vivem em constante pecado. A cada dia
que passa os USA demonstram que não sabem viver com
outros povos, por isso, merece ser destruído.

Al-Jazeera - Não seria mais fácil assassinar o
presidente George W.Bush?

Al-Asuquf - Em primeiro lugar não iria adiantar nada,
além, talvez, de transformá-lo em mártir. Quando você
tem um inimigo poderoso pela frente a melhor estratégia
é não matá-lo e sim fazer ele perder a liderança por
incompetência e deixá-lo viver para ver isto acontecer.

Al-Jazeera - A rede Al Qaeda tem capacidade bélica de
guerrear com o USA?

Al-Asuquf - Se analisarmos a história, veremos que toda
grande guerra antes de ser iniciada era baseada em
conceitos já estabelecidos. Mas observando bem, estes
conceitos e estratégias de nada adiantaram, pois uma
outra forma de guerra estava por ser travada. Um exemplo
foi a construção da Linha Maginot pelos franceses após a
Primeira Guerra Mundial e que na realidade se mostrou
completamente inútil diante das forças invasoras. Os
porta-aviões, submarinos nucleares, satélites espiões de
nada adiantarão na próxima guerra.

Al-Jazeera - Autoridades americanas mantém mais de 1000
pessoas suspeitas de terrorismo após 11 de setembro,
isto não compromete os planos da Al Qaeda?

Al-Asuquf - Destas pessoas prezas talvez 20 ou 30
pertençam a Al Qaeda. Porém, são do segundo escalão. Nós
possuímos mais de 500 integrantes do primeiro escalão e
800 do segundo escalão dentro dos USA.

Al-Jazeera - O que significa primeiro ou segundo
escalão?

Al-Asuquf - Primeiro escalão são integrantes da Al Qaeda
que se encontram no USA há mais de dez anos, muitos
deles casados e com filhos. Conhecem por alto os planos
e estão apenas aguardando um telefonema. Também são
conhecidos por "adormecidos". Os de segundo escalão
chegaram nos últimos 5 anos e não possuem a mínima idéia
dos planos.

Al-Jazeera - Mesmo os casados, com filhos, estariam
dispostos a morrer com suas famílias?

Al-Asuquf - Sim. Todos estão dispostos a morrer.Vide 11
de setembro.

Al-Jazeera - Nos planos gerais da Al Qaeda o que foi 11
de setembro?

Al-Asuquf - Numa escala geral, foi apenas o início. Foi
apenas uma maneira de chamar a atenção do mundo para o
que ainda virá.

Al-Jazeera - Quantos membros a Al Qaeda possui?

Al-Asuquf - Dê primeiro escalão, perto de 5 mil, de
segundo escalão, perto de 20 mil ao redor do mundo.

Al-Jazeera - Na prisão de Guantanamo têm algum
integrante do primeiro escalão?

Al-Asuquf - Não, inclusive muitos nem são da rede Al
Qaeda.

Al-Jazeera - Como a Al Qaeda pretende destruir a nação
mais poderosa de toda a história.

Al-Asuquf - É uma questão de logística. Usando o seu
próprio veneno, isto é, atacando o coração do que eles
consideram a coisa mais importante neste mundo: o
dinheiro.

Al-Jazeera - Como assim?

Al-Asuquf - A economia americana, é uma economia de
falsas aparências. Não existe lastro econômico real para
a economia americana. O PIB americano é algo entorno de
10 trilhões de dólares, sendo que apenas 1% vem da
agropecuária, apenas 24% vem da indústria. Portanto 75%
do PIB americano vem de serviços e grande parte disto
são especulações financeiras. Para quem entende de
economia, e ao que parece o secretário do Tesouro
americano, Paul O'Neil não entende ou não enxerga, basta
ver que o USA como um todo, se comporta como uma imensa
companhia "ponto-com" e os dólares propriamente dito são
suas ações.

Al-Jazeera - O senhor pode explicar mais?

Al-Asuquf - O valor das ações de uma companhia é
diretamente proporcional à rentabilidade desta empresa.
Quando a empresa é apenas prestadora de serviço e não
produz bens, o valor de suas ações depende de sua
credibilidade. O que quero dizer é que se a
credibilidade dos USA for abalada, suas ações (o dólar),
irão cair numa velocidade impressionante e toda a
economia americana entrará em colapso.

Al-Jazeera - Como o senhor tem certeza disto?

Al-Asuquf - Em escala menor, é exatamente o que os
grandes grupos financeiros fazem com países do Terceiro
Mundo para conseguir rentabilidades em um mês o que
nenhum banco suíço poderia dar em 4 ou 5 anos.

Al-Jazeera - Como, portanto, a Al Qaeda conseguiria
abalar a economia americana a esse ponto?

Al-Asuquf - Provocando um déficit de 50 a 70 trilhões de
dólares, o equivalente ao PIB de 5 a 7 anos dos USA.

Al-Jazeera - Como isto seria feito?

Al-Asuquf - Com a destruição das 7 maiores cidades
americanas e mais algumas medidas.

Al-Jazeera - Isto seria feito através de que método?

Al-Asuquf - Usando bombas atômicas.

Al-Jazeera - Com toda a segurança nos USA como,
hipoteticamente, estas bombas seriam lançadas em solo
americano?

Al-Asuquf - Elas não serão lançadas, elas já estão lá.

Al-Jazeera - O quê o senhor está dizendo?

Al-Asuquf - Já existe 7 ogivas nucleares em solo
americano que foram colocadas antes do 11 de setembro e
estão prontas para serem detonadas.

Al-Jazeera - Como elas entraram nos USA?

Al-Asuquf - Antes do 11 de setembro a segurança
americana era um fiasco, e mesmo depois, se fosse
necessário, também conseguiríamos colocar as bombas nos
USA. Elas entraram através dos portos marítimos, como
cargas normais.

Al-Jazeera - Como isto é possível?

Al-Asuquf - Uma ogiva nuclear não é maior que uma
geladeira, portanto, pode ser facilmente camuflada como
uma. Em um porto marítimo chegam milhares de contêineres
por dia, por mais eficiente que seja a segurança é
impossível checar, vasculhar e examinar cada contêiner.

Al-Jazeera - De onde vieram estas bombas atômicas?

Al-Asuquf - Foram compradas no mercado negro.

Al-Jazeera - De quem?

Al-Asuquf - Da antiga URSS compramos 5 e do Paquistão
mais 2.

Al-Jazeera - Como é possível comprar uma bomba atômica,
não existe segurança?

Al-Asuquf - Ates de 1989 era praticamente impossível,
porém após a queda do muro de Berlim, o exército russo
entrou em um processo de autofagia e alguns generais de
alto escalão começaram a perder seus privilégios,
portanto, ficaram altamente susceptíveis as corrupções.
O próprio General Lebeb, já falecido, e o chefe da
comissão de inspetores de armas da ONU, Hans Blix já
sabiam disto, apesar do ministro da Defesa russo,
Serguey Ivanov negar.

Al-Jazeera - Quanto custa uma bomba nuclear?

Al-Asuquf - Algo em torno de 200 milhões de dólares.

Al-Jazeera - Como a AL Qaeda conseguiu este dinheiro?

Al-Asuquf - Temos vários patrocinadores

Al-Jazeera - Quem são eles?

Al-Asuquf - Existem vários países que nos patrocinam e
mais algumas pessoas muito ricas.

Al-Jazeera - São todos países árabes?

Al-Asuquf - Não, existem, inclusive, países da Europa
que também têm interesse na queda dos USA.

Al-Jazeera - Quem são estas pessoas ricas?

Al-Asuquf - Pessoas que também se cansaram de ver os USA
sugando o resto do mundo.

Al-Jazeera - Saddam Hussein é uma delas?

Al-Asuquf - Poderia se dizer que é apenas um dos
colaboradores, na pessoa de Abdul Tawab Mullah Hawaish,
seu vice-primeiro-ministro e responsável pelos programas
de armas do Iraque.

Al-Jazeera - Estas bombas atômicas são de que potência?

Al-Asuquf - As 5 ogivas russas são dos antigos mísseis T-
3, também conhecidos como, RD-107 e sua potência é algo
em torno de 100 kilotons cada uma, isto é, 5 vezes a
bomba de Hiroxima. As paquistanesas são menos potentes,
algo em torno de 10 kilotons.

Al-Jazeera - As bombas não podem ser detectadas e
desarmadas pelas autoridades americanas?

Al-Asuquf - Não, apesar de antigas elas sofreram
modernizações e estão muito bem escondidas. Mesmo que
fossem localizadas, elas possuem dispositivos de
autodetonação se alguma coisa se aproximar. Mesmo pulsos
eletromagnéticos não são capazes de desativá-las.

Al-Jazeera - Elas não emitem radiação? Não podem ser
detectadas?

Al-Asuquf - Não. Elas estão envoltas em grossas paredes
de chumbo.

Al-Jazeera - Um navio paquistanês, suspeito, há pouco
tempo foi vistoriado e só encontraram barras de chumbo.
Isto tem alguma coisa a ver com as bombas?

Al-Asuquf - Sim, porém aquele chumbo seria apenas uma
cobertura extra, não necessariamente fundamental.

Al-Jazeera - Como estas bombas seriam detonadas?

Al-Asuquf - Existem vários métodos, ligação por celular,
rádio freqüência, abalos sísmicos ou pelo seu relógio
regressivo.

Al-Jazeera - Uma vez detonadas, estas bombas causariam a
morte de quantas pessoas?

Al-Asuquf - Depende, pois o plano é muito maleável

Al-Jazeera - Qual é, portanto, todo o plano?

Al-Asuquf - A princípio seria detonada uma ogiva, o quê
iria provocar a morte 800 mil a 1 milhão de pessoas e
provocaria um caos de proporções nunca antes vistas.
Durante este caos, mais 2 ou 3 aviões agrícolas que se
encontram desmontados em celeiros perto de estradas sem
movimento do interior dos USA levantariam vôo para
pulverizar mais 2 ou 3 grandes cidades americanas com
varíola, em missões suicidas. Isto significa que uma vez
identificada a varíola, todos os portos aéreos e
marítimos seriam fechados para quarentena. As fronteiras
terrestres também se fechariam. Nenhum avião, barco ou
veículo terrestre sairia ou entraria nos USA. Isto seria
o caos total. O secretário de imprensa da Casa branca,
Ari Fleischer terá muito trabalho para fazer.

Al-Jazeera - Mas o governo americano garantiu que em 5
dias poderia produzir vacina contra a varíola para toda
a população.

Al-Asuquf - Ataques suicidas paralelos serão feitos
contra as fábricas das vacinas.

Al-Jazeera - Qual seria a primeira cidade?

Al-Asuquf - A primeira cidade será a que melhores
condições apresentar, por exemplo, céu claro, ventos de
8 ou mais milhas/hora em direção ao centro do país, para
que a poeira radioativa possa contaminar a maior área
possível.

Al-Jazeera - Esse ataque aniquilaria a USA?

Al-Asuquf - Não. Mas o processo estaria iniciado. Quem
iria comprar algum alimento dos USA sabendo que poderia
estar contaminado por radiação? Que iria viajar para os
USA sabendo da possibilidade de contrair varíola? Quem
continuaria a investir dinheiro em instituições
americanas? Como no World Trade Center, seria apenas uma
questão de tempo para toda a estrutura econômica ruir e
virar pó. Se os objetivos forem alcançados com uma bomba
e a varíola, provavelmente iremos poupar a vidas de
outras pessoas, porém é arriscado e provavelmente mais 6
bombas atômicas serão detonadas, uma por semana, e mais
ataques com armas químicas serão efetuados.

Al-Jazeera - Quantas pessoas inocentes morrerão?

Al-Asuquf - Segundo estimativas feitas por mim e Ayman
Al-Zawahiri algo em torno de 15 milhões, devido às
bombas atômicas e sua radiação. Das contaminadas por
varíola, 25% morrerão, algo em torno de mais 5 milhões e
muito outras devido ao caos e a desordem instalada.

Al-Jazeera - Mas a resposta militar americana?

Al-Asuquf - Praticamente não haverá. Mesmo que 5 ou dez
cidades sejam escolhidas de maneira aleatória para serem
destruídas, ainda será um preço pequeno para pagar. O
problema é que o desespero econômico será tão grande que
até poupar de gastar armas desnecessariamente ocorrerá,
pois a liquidez de bens americanos ficará quase a zero e
nesta altura os USA ganharão mais vendendo um porta-
aviões da classe Nimitz que custa perto de 5 bilhões de
dólares para a Turquia ou Itália por 1 bilhão de
dólares, pois precisarão se recapitalizar de maneira
urgente, porém será tarde de mais. Além do mais, qual
será a moral de um soldado americano de lutar sabendo
que toda a sua família morreu e seu país deixou de
existir. Lutar pelo quê?

Al-Jazeera - A economia mundial, também, não ruirá?

Al-Asuquf - No início será muito difícil, uma grave
crise econômica se instalará. Porém sem os USA o mundo
logo se erguerá de maneira mais justa e fraterna.

Al-Jazeera - E Israel?

Al-Asuquf - Como vocês dizem... será a sobremesa.

Al-Jazeera - O porta-voz de bin Laden, Sulaiman Abu
Gheith, sabe que o senhor deu esta entrevista?

Al-Asuquf - Foi ele e bin Laden que me sugeriram que
desse a entrevista.

Al-Jazeera - Hosama bin Laden está vivo?

Al-Asuquf - Vivo e com muita saúde, ao lado de seus
comandantes, Mohammed Atef e Khalid Shaik Mohammed e o
Mulá Omar.

Al-Jazeera - E o senhor não receia que venham a
descobrir os planos da Al Qaeda?

Al-Asuquf - O plano já está em sua contagem regressiva,
nada mais poderá pará-lo.

Al-Jazeera - Nem mesmo um pedido de desculpas e novas
atitudes por parte dos USA?

Al-Asuquf - Isso não aconteceria e mesmo assim é tarde
demais.

Al-Jazeera - Quando será iniciado o ataque?

Al-Asuquf - Não posso revelar. Allahu Akbar (Deus é
Grande)


A entrevista a seguir, foi feita por um repórter da Rede Al-Jazeera com o terceiro homem em comando da
organização Al Qaeda, o sr. Mohammed Al-Asuquf .

Al-Asuquf tem uma qualificação impressionante, doutor em física e mestrado em economia internacional. Na
entrevista, ele fala dos planos da Al Qaeda com total
desprendimento, conhecimento de causa e transmite uma
segurança inabalável. Esta entrevista foi enviada a Abel-Bari Atwan, editor-chefe do Al Quds, um jornal de língua árabe publicado em Londres, mas não chegou a ser publicada, pois seu conteúdo é muito revelador. Uma cópia da entrevista veio parar em Foz-do-Iguaçú e foi traduzida para o português por um professor
universitário da comunidade árabe daquela cidade.

Esta é provavelmente a única versão, que não em árabe,
desta entrevista.

Al-Jazeera - Qual o objetivo da rede Al Qaeda?

Al-Asuquf - Destruir o Grande Satã, isto é, os Estados
Unidos e Israel.

Al-Jazeera - Por quê?

Al-Asuquf - Os USA vêm ao longo de 60 anos impregnando o
mundo com a sua arrogância, ganância e maleficência. É a
encarnação de tudo que é mal. As pessoas que vivem nesse
planeta não merecem este martírio.

Al-Jazeera - Esta visão não é um tanto unilateral?

Al-Asuquf - Não, é só você observar os últimos
acontecimentos. O desrespeito ao tratado de Kyoto, o
caso do Tribunal Penal Internacional Permanente, a
inatividade em relação aos nossos irmãos palestinos, a
ganância financeira com especulações absurdas sobre os
países do Terceiro Mundo, o descaso completo com outros
povos oprimidos e outras infinidades de situações que
todos os chefes-de-estado ao redor do mundo conhecem. E
para coroar a situação: a doutrina Bush de "atirar
primeiro e perguntar depois". Isso é um abuso
inaceitável e portanto terá conseqüências muito graves.

Al-Jazeera - Mas o desenvolvimento e a influência
americana não é fruto de uma competência?

Al-Asuquf - Competência em extorquir, competência em
subjugar, competência em mentir. Após a Segunda Guerra
Mundial, o USA era o único país industrializado com o
seu parque de fábricas intacto. Emprestando dinheiro,
como um bom agiota, cabou por se tornar um país muito
rico e poderoso, porém, sua ganância não foi reduzida.
Hoje os americanos vivem como nababos, desperdiçam como
nenhum outro povo, gastam cerca de 80 bilhões de
dólares, por ano, só em apostas. Perderam a noção de
espiritualidade e vivem em constante pecado. A cada dia
que passa os USA demonstram que não sabem viver com
outros povos, por isso, merece ser destruído.

Al-Jazeera - Não seria mais fácil assassinar o
presidente George W.Bush?

Al-Asuquf - Em primeiro lugar não iria adiantar nada,
além, talvez, de transformá-lo em mártir. Quando você
tem um inimigo poderoso pela frente a melhor estratégia
é não matá-lo e sim fazer ele perder a liderança por
incompetência e deixá-lo viver para ver isto acontecer.

Al-Jazeera - A rede Al Qaeda tem capacidade bélica de
guerrear com o USA?

Al-Asuquf - Se analisarmos a história, veremos que toda
grande guerra antes de ser iniciada era baseada em
conceitos já estabelecidos. Mas observando bem, estes
conceitos e estratégias de nada adiantaram, pois uma
outra forma de guerra estava por ser travada. Um exemplo
foi a construção da Linha Maginot pelos franceses após a
Primeira Guerra Mundial e que na realidade se mostrou
completamente inútil diante das forças invasoras. Os
porta-aviões, submarinos nucleares, satélites espiões de
nada adiantarão na próxima guerra.

Al-Jazeera - Autoridades americanas mantém mais de 1000
pessoas suspeitas de terrorismo após 11 de setembro,
isto não compromete os planos da Al Qaeda?

Al-Asuquf - Destas pessoas prezas talvez 20 ou 30
pertençam a Al Qaeda. Porém, são do segundo escalão. Nós
possuímos mais de 500 integrantes do primeiro escalão e
800 do segundo escalão dentro dos USA.

Al-Jazeera - O que significa primeiro ou segundo
escalão?

Al-Asuquf - Primeiro escalão são integrantes da Al Qaeda
que se encontram no USA há mais de dez anos, muitos
deles casados e com filhos. Conhecem por alto os planos
e estão apenas aguardando um telefonema. Também são
conhecidos por "adormecidos". Os de segundo escalão
chegaram nos últimos 5 anos e não possuem a mínima idéia
dos planos.

Al-Jazeera - Mesmo os casados, com filhos, estariam
dispostos a morrer com suas famílias?

Al-Asuquf - Sim. Todos estão dispostos a morrer.Vide 11
de setembro.

Al-Jazeera - Nos planos gerais da Al Qaeda o que foi 11
de setembro?

Al-Asuquf - Numa escala geral, foi apenas o início. Foi
apenas uma maneira de chamar a atenção do mundo para o
que ainda virá.

Al-Jazeera - Quantos membros a Al Qaeda possui?

Al-Asuquf - Dê primeiro escalão, perto de 5 mil, de
segundo escalão, perto de 20 mil ao redor do mundo.

Al-Jazeera - Na prisão de Guantanamo têm algum
integrante do primeiro escalão?

Al-Asuquf - Não, inclusive muitos nem são da rede Al
Qaeda.

Al-Jazeera - Como a Al Qaeda pretende destruir a nação
mais poderosa de toda a história.

Al-Asuquf - É uma questão de logística. Usando o seu
próprio veneno, isto é, atacando o coração do que eles
consideram a coisa mais importante neste mundo: o
dinheiro.

Al-Jazeera - Como assim?

Al-Asuquf - A economia americana, é uma economia de
falsas aparências. Não existe lastro econômico real para
a economia americana. O PIB americano é algo entorno de
10 trilhões de dólares, sendo que apenas 1% vem da
agropecuária, apenas 24% vem da indústria. Portanto 75%
do PIB americano vem de serviços e grande parte disto
são especulações financeiras. Para quem entende de
economia, e ao que parece o secretário do Tesouro
americano, Paul O'Neil não entende ou não enxerga, basta
ver que o USA como um todo, se comporta como uma imensa
companhia "ponto-com" e os dólares propriamente dito são
suas ações.

Al-Jazeera - O senhor pode explicar mais?

Al-Asuquf - O valor das ações de uma companhia é
diretamente proporcional à rentabilidade desta empresa.
Quando a empresa é apenas prestadora de serviço e não
produz bens, o valor de suas ações depende de sua
credibilidade. O que quero dizer é que se a
credibilidade dos USA for abalada, suas ações (o dólar),
irão cair numa velocidade impressionante e toda a
economia americana entrará em colapso.

Al-Jazeera - Como o senhor tem certeza disto?

Al-Asuquf - Em escala menor, é exatamente o que os
grandes grupos financeiros fazem com países do Terceiro
Mundo para conseguir rentabilidades em um mês o que
nenhum banco suíço poderia dar em 4 ou 5 anos.

Al-Jazeera - Como, portanto, a Al Qaeda conseguiria
abalar a economia americana a esse ponto?

Al-Asuquf - Provocando um déficit de 50 a 70 trilhões de
dólares, o equivalente ao PIB de 5 a 7 anos dos USA.

Al-Jazeera - Como isto seria feito?

Al-Asuquf - Com a destruição das 7 maiores cidades
americanas e mais algumas medidas.

Al-Jazeera - Isto seria feito através de que método?

Al-Asuquf - Usando bombas atômicas.

Al-Jazeera - Com toda a segurança nos USA como,
hipoteticamente, estas bombas seriam lançadas em solo
americano?

Al-Asuquf - Elas não serão lançadas, elas já estão lá.

Al-Jazeera - O quê o senhor está dizendo?

Al-Asuquf - Já existe 7 ogivas nucleares em solo
americano que foram colocadas antes do 11 de setembro e
estão prontas para serem detonadas.

Al-Jazeera - Como elas entraram nos USA?

Al-Asuquf - Antes do 11 de setembro a segurança
americana era um fiasco, e mesmo depois, se fosse
necessário, também conseguiríamos colocar as bombas nos
USA. Elas entraram através dos portos marítimos, como
cargas normais.

Al-Jazeera - Como isto é possível?

Al-Asuquf - Uma ogiva nuclear não é maior que uma
geladeira, portanto, pode ser facilmente camuflada como
uma. Em um porto marítimo chegam milhares de contêineres
por dia, por mais eficiente que seja a segurança é
impossível checar, vasculhar e examinar cada contêiner.

Al-Jazeera - De onde vieram estas bombas atômicas?

Al-Asuquf - Foram compradas no mercado negro.

Al-Jazeera - De quem?

Al-Asuquf - Da antiga URSS compramos 5 e do Paquistão
mais 2.

Al-Jazeera - Como é possível comprar uma bomba atômica,
não existe segurança?

Al-Asuquf - Ates de 1989 era praticamente impossível,
porém após a queda do muro de Berlim, o exército russo
entrou em um processo de autofagia e alguns generais de
alto escalão começaram a perder seus privilégios,
portanto, ficaram altamente susceptíveis as corrupções.
O próprio General Lebeb, já falecido, e o chefe da
comissão de inspetores de armas da ONU, Hans Blix já
sabiam disto, apesar do ministro da Defesa russo,
Serguey Ivanov negar.

Al-Jazeera - Quanto custa uma bomba nuclear?

Al-Asuquf - Algo em torno de 200 milhões de dólares.

Al-Jazeera - Como a AL Qaeda conseguiu este dinheiro?

Al-Asuquf - Temos vários patrocinadores

Al-Jazeera - Quem são eles?

Al-Asuquf - Existem vários países que nos patrocinam e
mais algumas pessoas muito ricas.

Al-Jazeera - São todos países árabes?

Al-Asuquf - Não, existem, inclusive, países da Europa
que também têm interesse na queda dos USA.

Al-Jazeera - Quem são estas pessoas ricas?

Al-Asuquf - Pessoas que também se cansaram de ver os USA
sugando o resto do mundo.

Al-Jazeera - Saddam Hussein é uma delas?

Al-Asuquf - Poderia se dizer que é apenas um dos
colaboradores, na pessoa de Abdul Tawab Mullah Hawaish,
seu vice-primeiro-ministro e responsável pelos programas
de armas do Iraque.

Al-Jazeera - Estas bombas atômicas são de que potência?

Al-Asuquf - As 5 ogivas russas são dos antigos mísseis T-
3, também conhecidos como, RD-107 e sua potência é algo
em torno de 100 kilotons cada uma, isto é, 5 vezes a
bomba de Hiroxima. As paquistanesas são menos potentes,
algo em torno de 10 kilotons.

Al-Jazeera - As bombas não podem ser detectadas e
desarmadas pelas autoridades americanas?

Al-Asuquf - Não, apesar de antigas elas sofreram
modernizações e estão muito bem escondidas. Mesmo que
fossem localizadas, elas possuem dispositivos de
autodetonação se alguma coisa se aproximar. Mesmo pulsos
eletromagnéticos não são capazes de desativá-las.

Al-Jazeera - Elas não emitem radiação? Não podem ser
detectadas?

Al-Asuquf - Não. Elas estão envoltas em grossas paredes
de chumbo.

Al-Jazeera - Um navio paquistanês, suspeito, há pouco
tempo foi vistoriado e só encontraram barras de chumbo.
Isto tem alguma coisa a ver com as bombas?

Al-Asuquf - Sim, porém aquele chumbo seria apenas uma
cobertura extra, não necessariamente fundamental.

Al-Jazeera - Como estas bombas seriam detonadas?

Al-Asuquf - Existem vários métodos, ligação por celular,
rádio freqüência, abalos sísmicos ou pelo seu relógio
regressivo.

Al-Jazeera - Uma vez detonadas, estas bombas causariam a
morte de quantas pessoas?

Al-Asuquf - Depende, pois o plano é muito maleável

Al-Jazeera - Qual é, portanto, todo o plano?

Al-Asuquf - A princípio seria detonada uma ogiva, o quê
iria provocar a morte 800 mil a 1 milhão de pessoas e
provocaria um caos de proporções nunca antes vistas.
Durante este caos, mais 2 ou 3 aviões agrícolas que se
encontram desmontados em celeiros perto de estradas sem
movimento do interior dos USA levantariam vôo para
pulverizar mais 2 ou 3 grandes cidades americanas com
varíola, em missões suicidas. Isto significa que uma vez
identificada a varíola, todos os portos aéreos e
marítimos seriam fechados para quarentena. As fronteiras
terrestres também se fechariam. Nenhum avião, barco ou
veículo terrestre sairia ou entraria nos USA. Isto seria
o caos total. O secretário de imprensa da Casa branca,
Ari Fleischer terá muito trabalho para fazer.

Al-Jazeera - Mas o governo americano garantiu que em 5
dias poderia produzir vacina contra a varíola para toda
a população.

Al-Asuquf - Ataques suicidas paralelos serão feitos
contra as fábricas das vacinas.

Al-Jazeera - Qual seria a primeira cidade?

Al-Asuquf - A primeira cidade será a que melhores
condições apresentar, por exemplo, céu claro, ventos de
8 ou mais milhas/hora em direção ao centro do país, para
que a poeira radioativa possa contaminar a maior área
possível.

Al-Jazeera - Esse ataque aniquilaria a USA?

Al-Asuquf - Não. Mas o processo estaria iniciado. Quem
iria comprar algum alimento dos USA sabendo que poderia
estar contaminado por radiação? Que iria viajar para os
USA sabendo da possibilidade de contrair varíola? Quem
continuaria a investir dinheiro em instituições
americanas? Como no World Trade Center, seria apenas uma
questão de tempo para toda a estrutura econômica ruir e
virar pó. Se os objetivos forem alcançados com uma bomba
e a varíola, provavelmente iremos poupar a vidas de
outras pessoas, porém é arriscado e provavelmente mais 6
bombas atômicas serão detonadas, uma por semana, e mais
ataques com armas químicas serão efetuados.

Al-Jazeera - Quantas pessoas inocentes morrerão?

Al-Asuquf - Segundo estimativas feitas por mim e Ayman
Al-Zawahiri algo em torno de 15 milhões, devido às
bombas atômicas e sua radiação. Das contaminadas por
varíola, 25% morrerão, algo em torno de mais 5 milhões e
muito outras devido ao caos e a desordem instalada.

Al-Jazeera - Mas a resposta militar americana?

Al-Asuquf - Praticamente não haverá. Mesmo que 5 ou dez
cidades sejam escolhidas de maneira aleatória para serem
destruídas, ainda será um preço pequeno para pagar. O
problema é que o desespero econômico será tão grande que
até poupar de gastar armas desnecessariamente ocorrerá,
pois a liquidez de bens americanos ficará quase a zero e
nesta altura os USA ganharão mais vendendo um porta-
aviões da classe Nimitz que custa perto de 5 bilhões de
dólares para a Turquia ou Itália por 1 bilhão de
dólares, pois precisarão se recapitalizar de maneira
urgente, porém será tarde de mais. Além do mais, qual
será a moral de um soldado americano de lutar sabendo
que toda a sua família morreu e seu país deixou de
existir. Lutar pelo quê?

Al-Jazeera - A economia mundial, também, não ruirá?

Al-Asuquf - No início será muito difícil, uma grave
crise econômica se instalará. Porém sem os USA o mundo
logo se erguerá de maneira mais justa e fraterna.

Al-Jazeera - E Israel?

Al-Asuquf - Como vocês dizem... será a sobremesa.

Al-Jazeera - O porta-voz de bin Laden, Sulaiman Abu
Gheith, sabe que o senhor deu esta entrevista?

Al-Asuquf - Foi ele e bin Laden que me sugeriram que
desse a entrevista.

Al-Jazeera - Hosama bin Laden está vivo?

Al-Asuquf - Vivo e com muita saúde, ao lado de seus
comandantes, Mohammed Atef e Khalid Shaik Mohammed e o
Mulá Omar.

Al-Jazeera - E o senhor não receia que venham a
descobrir os planos da Al Qaeda?

Al-Asuquf - O plano já está em sua contagem regressiva,
nada mais poderá pará-lo.

Al-Jazeera - Nem mesmo um pedido de desculpas e novas
atitudes por parte dos USA?

Al-Asuquf - Isso não aconteceria e mesmo assim é tarde
demais.

Al-Jazeera - Quando será iniciado o ataque?

Al-Asuquf - Não posso revelar. Allahu Akbar (Deus é
Grande)

A entrevista a seguir, foi feita por um repórter da Rede Al-Jazeera com o terceiro homem em comando da
organização Al Qaeda, o sr. Mohammed Al-Asuquf .

Al-Asuquf tem uma qualificação impressionante, doutor em física e mestrado em economia internacional. Na
entrevista, ele fala dos planos da Al Qaeda com total
desprendimento, conhecimento de causa e transmite uma
segurança inabalável. Esta entrevista foi enviada a Abel-Bari Atwan, editor-chefe do Al Quds, um jornal de língua árabe publicado em Londres, mas não chegou a ser publicada, pois seu conteúdo é muito revelador. Uma cópia da entrevista veio parar em Foz-do-Iguaçú e foi traduzida para o português por um professor
universitário da comunidade árabe daquela cidade.

Esta é provavelmente a única versão, que não em árabe,
desta entrevista.

Al-Jazeera - Qual o objetivo da rede Al Qaeda?

Al-Asuquf - Destruir o Grande Satã, isto é, os Estados
Unidos e Israel.

Al-Jazeera - Por quê?

Al-Asuquf - Os USA vêm ao longo de 60 anos impregnando o
mundo com a sua arrogância, ganância e maleficência. É a
encarnação de tudo que é mal. As pessoas que vivem nesse
planeta não merecem este martírio.

Al-Jazeera - Esta visão não é um tanto unilateral?

Al-Asuquf - Não, é só você observar os últimos
acontecimentos. O desrespeito ao tratado de Kyoto, o
caso do Tribunal Penal Internacional Permanente, a
inatividade em relação aos nossos irmãos palestinos, a
ganância financeira com especulações absurdas sobre os
países do Terceiro Mundo, o descaso completo com outros
povos oprimidos e outras infinidades de situações que
todos os chefes-de-estado ao redor do mundo conhecem. E
para coroar a situação: a doutrina Bush de "atirar
primeiro e perguntar depois". Isso é um abuso
inaceitável e portanto terá conseqüências muito graves.

Al-Jazeera - Mas o desenvolvimento e a influência
americana não é fruto de uma competência?

Al-Asuquf - Competência em extorquir, competência em
subjugar, competência em mentir. Após a Segunda Guerra
Mundial, o USA era o único país industrializado com o
seu parque de fábricas intacto. Emprestando dinheiro,
como um bom agiota, cabou por se tornar um país muito
rico e poderoso, porém, sua ganância não foi reduzida.
Hoje os americanos vivem como nababos, desperdiçam como
nenhum outro povo, gastam cerca de 80 bilhões de
dólares, por ano, só em apostas. Perderam a noção de
espiritualidade e vivem em constante pecado. A cada dia
que passa os USA demonstram que não sabem viver com
outros povos, por isso, merece ser destruído.

Al-Jazeera - Não seria mais fácil assassinar o
presidente George W.Bush?

Al-Asuquf - Em primeiro lugar não iria adiantar nada,
além, talvez, de transformá-lo em mártir. Quando você
tem um inimigo poderoso pela frente a melhor estratégia
é não matá-lo e sim fazer ele perder a liderança por
incompetência e deixá-lo viver para ver isto acontecer.

Al-Jazeera - A rede Al Qaeda tem capacidade bélica de
guerrear com o USA?

Al-Asuquf - Se analisarmos a história, veremos que toda
grande guerra antes de ser iniciada era baseada em
conceitos já estabelecidos. Mas observando bem, estes
conceitos e estratégias de nada adiantaram, pois uma
outra forma de guerra estava por ser travada. Um exemplo
foi a construção da Linha Maginot pelos franceses após a
Primeira Guerra Mundial e que na realidade se mostrou
completamente inútil diante das forças invasoras. Os
porta-aviões, submarinos nucleares, satélites espiões de
nada adiantarão na próxima guerra.

Al-Jazeera - Autoridades americanas mantém mais de 1000
pessoas suspeitas de terrorismo após 11 de setembro,
isto não compromete os planos da Al Qaeda?

Al-Asuquf - Destas pessoas prezas talvez 20 ou 30
pertençam a Al Qaeda. Porém, são do segundo escalão. Nós
possuímos mais de 500 integrantes do primeiro escalão e
800 do segundo escalão dentro dos USA.

Al-Jazeera - O que significa primeiro ou segundo
escalão?

Al-Asuquf - Primeiro escalão são integrantes da Al Qaeda
que se encontram no USA há mais de dez anos, muitos
deles casados e com filhos. Conhecem por alto os planos
e estão apenas aguardando um telefonema. Também são
conhecidos por "adormecidos". Os de segundo escalão
chegaram nos últimos 5 anos e não possuem a mínima idéia
dos planos.

Al-Jazeera - Mesmo os casados, com filhos, estariam
dispostos a morrer com suas famílias?

Al-Asuquf - Sim. Todos estão dispostos a morrer.Vide 11
de setembro.

Al-Jazeera - Nos planos gerais da Al Qaeda o que foi 11
de setembro?

Al-Asuquf - Numa escala geral, foi apenas o início. Foi
apenas uma maneira de chamar a atenção do mundo para o
que ainda virá.

Al-Jazeera - Quantos membros a Al Qaeda possui?

Al-Asuquf - Dê primeiro escalão, perto de 5 mil, de
segundo escalão, perto de 20 mil ao redor do mundo.

Al-Jazeera - Na prisão de Guantanamo têm algum
integrante do primeiro escalão?

Al-Asuquf - Não, inclusive muitos nem são da rede Al
Qaeda.

Al-Jazeera - Como a Al Qaeda pretende destruir a nação
mais poderosa de toda a história.

Al-Asuquf - É uma questão de logística. Usando o seu
próprio veneno, isto é, atacando o coração do que eles
consideram a coisa mais importante neste mundo: o
dinheiro.

Al-Jazeera - Como assim?

Al-Asuquf - A economia americana, é uma economia de
falsas aparências. Não existe lastro econômico real para
a economia americana. O PIB americano é algo entorno de
10 trilhões de dólares, sendo que apenas 1% vem da
agropecuária, apenas 24% vem da indústria. Portanto 75%
do PIB americano vem de serviços e grande parte disto
são especulações financeiras. Para quem entende de
economia, e ao que parece o secretário do Tesouro
americano, Paul O'Neil não entende ou não enxerga, basta
ver que o USA como um todo, se comporta como uma imensa
companhia "ponto-com" e os dólares propriamente dito são
suas ações.

Al-Jazeera - O senhor pode explicar mais?

Al-Asuquf - O valor das ações de uma companhia é
diretamente proporcional à rentabilidade desta empresa.
Quando a empresa é apenas prestadora de serviço e não
produz bens, o valor de suas ações depende de sua
credibilidade. O que quero dizer é que se a
credibilidade dos USA for abalada, suas ações (o dólar),
irão cair numa velocidade impressionante e toda a
economia americana entrará em colapso.

Al-Jazeera - Como o senhor tem certeza disto?

Al-Asuquf - Em escala menor, é exatamente o que os
grandes grupos financeiros fazem com países do Terceiro
Mundo para conseguir rentabilidades em um mês o que
nenhum banco suíço poderia dar em 4 ou 5 anos.

Al-Jazeera - Como, portanto, a Al Qaeda conseguiria
abalar a economia americana a esse ponto?

Al-Asuquf - Provocando um déficit de 50 a 70 trilhões de
dólares, o equivalente ao PIB de 5 a 7 anos dos USA.

Al-Jazeera - Como isto seria feito?

Al-Asuquf - Com a destruição das 7 maiores cidades
americanas e mais algumas medidas.

Al-Jazeera - Isto seria feito através de que método?

Al-Asuquf - Usando bombas atômicas.

Al-Jazeera - Com toda a segurança nos USA como,
hipoteticamente, estas bombas seriam lançadas em solo
americano?

Al-Asuquf - Elas não serão lançadas, elas já estão lá.

Al-Jazeera - O quê o senhor está dizendo?

Al-Asuquf - Já existe 7 ogivas nucleares em solo
americano que foram colocadas antes do 11 de setembro e
estão prontas para serem detonadas.

Al-Jazeera - Como elas entraram nos USA?

Al-Asuquf - Antes do 11 de setembro a segurança
americana era um fiasco, e mesmo depois, se fosse
necessário, também conseguiríamos colocar as bombas nos
USA. Elas entraram através dos portos marítimos, como
cargas normais.

Al-Jazeera - Como isto é possível?

Al-Asuquf - Uma ogiva nuclear não é maior que uma
geladeira, portanto, pode ser facilmente camuflada como
uma. Em um porto marítimo chegam milhares de contêineres
por dia, por mais eficiente que seja a segurança é
impossível checar, vasculhar e examinar cada contêiner.

Al-Jazeera - De onde vieram estas bombas atômicas?

Al-Asuquf - Foram compradas no mercado negro.

Al-Jazeera - De quem?

Al-Asuquf - Da antiga URSS compramos 5 e do Paquistão
mais 2.

Al-Jazeera - Como é possível comprar uma bomba atômica,
não existe segurança?

Al-Asuquf - Ates de 1989 era praticamente impossível,
porém após a queda do muro de Berlim, o exército russo
entrou em um processo de autofagia e alguns generais de
alto escalão começaram a perder seus privilégios,
portanto, ficaram altamente susceptíveis as corrupções.
O próprio General Lebeb, já falecido, e o chefe da
comissão de inspetores de armas da ONU, Hans Blix já
sabiam disto, apesar do ministro da Defesa russo,
Serguey Ivanov negar.

Al-Jazeera - Quanto custa uma bomba nuclear?

Al-Asuquf - Algo em torno de 200 milhões de dólares.

Al-Jazeera - Como a AL Qaeda conseguiu este dinheiro?

Al-Asuquf - Temos vários patrocinadores

Al-Jazeera - Quem são eles?

Al-Asuquf - Existem vários países que nos patrocinam e
mais algumas pessoas muito ricas.

Al-Jazeera - São todos países árabes?

Al-Asuquf - Não, existem, inclusive, países da Europa
que também têm interesse na queda dos USA.

Al-Jazeera - Quem são estas pessoas ricas?

Al-Asuquf - Pessoas que também se cansaram de ver os USA
sugando o resto do mundo.

Al-Jazeera - Saddam Hussein é uma delas?

Al-Asuquf - Poderia se dizer que é apenas um dos
colaboradores, na pessoa de Abdul Tawab Mullah Hawaish,
seu vice-primeiro-ministro e responsável pelos programas
de armas do Iraque.

Al-Jazeera - Estas bombas atômicas são de que potência?

Al-Asuquf - As 5 ogivas russas são dos antigos mísseis T-
3, também conhecidos como, RD-107 e sua potência é algo
em torno de 100 kilotons cada uma, isto é, 5 vezes a
bomba de Hiroxima. As paquistanesas são menos potentes,
algo em torno de 10 kilotons.

Al-Jazeera - As bombas não podem ser detectadas e
desarmadas pelas autoridades americanas?

Al-Asuquf - Não, apesar de antigas elas sofreram
modernizações e estão muito bem escondidas. Mesmo que
fossem localizadas, elas possuem dispositivos de
autodetonação se alguma coisa se aproximar. Mesmo pulsos
eletromagnéticos não são capazes de desativá-las.

Al-Jazeera - Elas não emitem radiação? Não podem ser
detectadas?

Al-Asuquf - Não. Elas estão envoltas em grossas paredes
de chumbo.

Al-Jazeera - Um navio paquistanês, suspeito, há pouco
tempo foi vistoriado e só encontraram barras de chumbo.
Isto tem alguma coisa a ver com as bombas?

Al-Asuquf - Sim, porém aquele chumbo seria apenas uma
cobertura extra, não necessariamente fundamental.

Al-Jazeera - Como estas bombas seriam detonadas?

Al-Asuquf - Existem vários métodos, ligação por celular,
rádio freqüência, abalos sísmicos ou pelo seu relógio
regressivo.

Al-Jazeera - Uma vez detonadas, estas bombas causariam a
morte de quantas pessoas?

Al-Asuquf - Depende, pois o plano é muito maleável

Al-Jazeera - Qual é, portanto, todo o plano?

Al-Asuquf - A princípio seria detonada uma ogiva, o quê
iria provocar a morte 800 mil a 1 milhão de pessoas e
provocaria um caos de proporções nunca antes vistas.
Durante este caos, mais 2 ou 3 aviões agrícolas que se
encontram desmontados em celeiros perto de estradas sem
movimento do interior dos USA levantariam vôo para
pulverizar mais 2 ou 3 grandes cidades americanas com
varíola, em missões suicidas. Isto significa que uma vez
identificada a varíola, todos os portos aéreos e
marítimos seriam fechados para quarentena. As fronteiras
terrestres também se fechariam. Nenhum avião, barco ou
veículo terrestre sairia ou entraria nos USA. Isto seria
o caos total. O secretário de imprensa da Casa branca,
Ari Fleischer terá muito trabalho para fazer.

Al-Jazeera - Mas o governo americano garantiu que em 5
dias poderia produzir vacina contra a varíola para toda
a população.

Al-Asuquf - Ataques suicidas paralelos serão feitos
contra as fábricas das vacinas.

Al-Jazeera - Qual seria a primeira cidade?

Al-Asuquf - A primeira cidade será a que melhores
condições apresentar, por exemplo, céu claro, ventos de
8 ou mais milhas/hora em direção ao centro do país, para
que a poeira radioativa possa contaminar a maior área
possível.

Al-Jazeera - Esse ataque aniquilaria a USA?

Al-Asuquf - Não. Mas o processo estaria iniciado. Quem
iria comprar algum alimento dos USA sabendo que poderia
estar contaminado por radiação? Que iria viajar para os
USA sabendo da possibilidade de contrair varíola? Quem
continuaria a investir dinheiro em instituições
americanas? Como no World Trade Center, seria apenas uma
questão de tempo para toda a estrutura econômica ruir e
virar pó. Se os objetivos forem alcançados com uma bomba
e a varíola, provavelmente iremos poupar a vidas de
outras pessoas, porém é arriscado e provavelmente mais 6
bombas atômicas serão detonadas, uma por semana, e mais
ataques com armas químicas serão efetuados.

Al-Jazeera - Quantas pessoas inocentes morrerão?

Al-Asuquf - Segundo estimativas feitas por mim e Ayman
Al-Zawahiri algo em torno de 15 milhões, devido às
bombas atômicas e sua radiação. Das contaminadas por
varíola, 25% morrerão, algo em torno de mais 5 milhões e
muito outras devido ao caos e a desordem instalada.

Al-Jazeera - Mas a resposta militar americana?

Al-Asuquf - Praticamente não haverá. Mesmo que 5 ou dez
cidades sejam escolhidas de maneira aleatória para serem
destruídas, ainda será um preço pequeno para pagar. O
problema é que o desespero econômico será tão grande que
até poupar de gastar armas desnecessariamente ocorrerá,
pois a liquidez de bens americanos ficará quase a zero e
nesta altura os USA ganharão mais vendendo um porta-
aviões da classe Nimitz que custa perto de 5 bilhões de
dólares para a Turquia ou Itália por 1 bilhão de
dólares, pois precisarão se recapitalizar de maneira
urgente, porém será tarde de mais. Além do mais, qual
será a moral de um soldado americano de lutar sabendo
que toda a sua família morreu e seu país deixou de
existir. Lutar pelo quê?

Al-Jazeera - A economia mundial, também, não ruirá?

Al-Asuquf - No início será muito difícil, uma grave
crise econômica se instalará. Porém sem os USA o mundo
logo se erguerá de maneira mais justa e fraterna.

Al-Jazeera - E Israel?

Al-Asuquf - Como vocês dizem... será a sobremesa.

Al-Jazeera - O porta-voz de bin Laden, Sulaiman Abu
Gheith, sabe que o senhor deu esta entrevista?

Al-Asuquf - Foi ele e bin Laden que me sugeriram que
desse a entrevista.

Al-Jazeera - Hosama bin Laden está vivo?

Al-Asuquf - Vivo e com muita saúde, ao lado de seus
comandantes, Mohammed Atef e Khalid Shaik Mohammed e o
Mulá Omar.

Al-Jazeera - E o senhor não receia que venham a
descobrir os planos da Al Qaeda?

Al-Asuquf - O plano já está em sua contagem regressiva,
nada mais poderá pará-lo.

Al-Jazeera - Nem mesmo um pedido de desculpas e novas
atitudes por parte dos USA?

Al-Asuquf - Isso não aconteceria e mesmo assim é tarde
demais.

Al-Jazeera - Quando será iniciado o ataque?

Al-Asuquf - Não posso revelar. Allahu Akbar (Deus é
Grande)







Anonymous
Guest


11/10/2002
18:23:57
RE: Al Qaeda
IP: Logged

Message:
Another forum clogging troll. Yawn.


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