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Subject: currency rates


Posted by braslvr
On Monday, June 24, 2002 at 11:51:57

Message:
I've noticed that the Brazil currency exchange rates in relation to the US dollar are going through the roof in the last few weeks. US$1.00=R2.82 today for example, another new record. My friends in Brazil say they haven't noticed any big changes domestically. Anyone know why this is happening? Are Argentina's woes pulling the Real down? This is of course great news for Americans travelling to Brazil with US dollars, but I can't imagine it being very good for Brazilians, esp. in the long run. Any insight?
RE: currency rates
Posted by Isobel
On Monday, June 24, 2002 at 13:50:22

Message:
Hi,

Majority of us, brazilians, are very concerned with this situation. The main problem is the Presidential elections. The public opinion researches are indicating that a candidate from the oposition front of the actual govern will win, the candidate of the government are worring the market and the situation is getting worst because the priority of opposition candidate is the problems of the country and after pay IMF.The international investitors are really worried and afraid that the situation of Argentina can repeat here. They are going out.
Each week, the Dolar/Real exchange rate reach a new record and the J.P. Morgan report of country risk is giving bad feedbacks of our actual situation. We have more than 1000 points in this report while Colombia have 552.
The Central bank is applying rules to normalise the market situation. I don't speak english very well so, is difficult to explain what is really happening, also many brazilians cannot realise what is really happening because they are paying more attention at the WorldCup, can you believe?
The situation today is a little bit better because a research appointed that the government candidate are better and the exchange rate is not so bad than the last friday.
My priority is not one specific candidate but the best for my country, actually, I would vote in the candidate of the opposition but, after this happenings, I gonna wait more and reflect more about my vote.
Some news of the Brazilian market situation today:
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Exchange rate in June, 24th 2002
1 dolar = 2,77 Reais

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Para analistas, discurso de Lula é insuficiente

Especialistas pedem mais detalhes e criticam relutância do PT em aceitar autonomia do BC

A tentativa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de acalmar o mercado financeiro, afirmando que pretende manter o superávit primário fiscal e honrar todos os contratos firmados pelo País, foi recebida com desconfiança pela maior parte dos economistas ouvidos pelo Estado. Os analistas mostraram-se céticos quanto à possibilidade de que o discurso moderado de Lula reduza as turbulências no mercado.

O diretor de Pesquisa de Mercados Emergentes do banco de investimentos Goldman Sachs em Nova York, Paulo Leme, diz que o discurso de Lula foi "encorajador", por incluir a disposição de gerar superávits primários (resultado das contas públicas excluindo os gastos com juros) pelo tempo necessário para estabilizar a relação dívida/PIB, mas entende que ainda é "insuficiente" para garantir a confiança dos investidores. Para Leme, o partido precisa detalhar as políticas que vai adotar para obter o equilíbrio das contas públicas. "Como se diz por aqui, o demônio está nos detalhes". A relutância do PT em concordar com a independência do Banco Central (BC), ou com medidas que aumentem a autonomia operacional da institiuição, também é um fator que causa desconfiança em relação ao PT, afirma ele.

Para Leme, a turbulência no mercado poderia ser reduzida rapidamente se houvesse um acordo entre o governo e a oposição para adotar medidas e reformas estruturais que assegurem a ampliação do superávit primário dos atuais 3,75% para algo como 5% do PIB. Isso seria fundamental para começar a reduzir a relação dívida/PIB, hoje em 54,5% do PIB, um dos principais indicadores de solvência de um país analisados pelos investidores. Ele diz que, com um crescimento de 3,5% a 4%, juros reais de 10% e um câmbio entre R$ 2,50 e R$ 2,60, um superávit primário de 3,75% apenas estabiliza a relação dívida/PIB. Para Leme, o importante é que o governo comece a reduzir essa proporção, pois, ainda que a dívida seja administrável, ela está numa fronteira de "instabilidade potencial". Devido ao tamanho e complexidade do endividamento líquido do setor público, mudanças mais fortes no comportamento do câmbio, dos juros reais ou do crescimento do PIB podem gerar dúvidas quanto à solvência do País, afirma ele. "Um acordo entre governo e oposição para aumentar o superávit primário para algo como 5% do PIB tenderia a reverter esse processo de deterioração constante do mercado, reduzindo a dívida para 40% do PIB num prazo de cinco a dez anos. Isso seria a bala de prata para fulminar o problema." O risco país, hoje em 1.706 pontos, poderia cair rapidamente para 800 pontos, afirma ele.

Leme diz ainda que há espaço, sim, para fazer um ajuste fiscal mais forte, desde que se tenha disposição para reduzir a massa salarial do governo e se enfrente o problema da Previdência dos servidores públicos.

O economista Nathan Blanche, sócio da Tendências Consultoria Integrada, gostou do discurso de Lula, mas acredita que não é suficiente para acabar com a instabilidade dos mercados. "Lula disse tudo o que a gente esperava ouvir através da história, ele é um cidadão responsável e acho que ele está colaborando. Mas não acredito que isso mudará a percepão do mercado", afirma Blanche. "É como o marido que trai 365 dias num ano e depois leva flores para a mulher prometendo ser fiel."

Blanche não descarta que o mercado tenha um dia melhor hoje, mas acredita que isso pode ocorrer mais em função de uma correção técnica dos preços do que como uma reação ao discurso de Lula. Os títulos da dívida, por exemplo, podem subir porque caíram demais.

Entretanto, o consultor é categórico ao afirmar que, enquanto não houver uma percepção de que o próximo governo será de continuidade, a economia poderá "acabar no overnight". "Na incerteza, corta-se o crédito invariavelmente. E se continuar essa interrupção de crédito interno e externo, com os investidores encurtando os prazos e comprando dólar, vamos repetir a situação de 1989, em que o país ficou no overnight e acabamos entrando em uma recessão de 3% do PIB."

Há ainda quem considere que as declarações de Lula vieram muito tarde. "Se isso tivesse sido feito há um mês, talvez desse certo. Agora funciona como um cala-boca para que Lula prossiga com sua campanha sem levar a culpa das turbulências", afirma o analista econômico da corretora Ágora-Senior, Fernando Buarque.

Para o estrategista do banco suíço UBS Warburg, Marcelo Mesquita, o compromisso manifestado por Lula de manter a política econômica vigente no processo de transição de governo não ajuda na totalidade do mercado. Na sua avaliação, o candidato petista precisa provar que as posições econômicas do partido mudaram. E , para ele, só há um jeito. "Ajudar, com o seu voto, o Congresso Nacional a aprovar a proposta de um Banco Central independente".

O economista-chefe da Crédit Lyonnais Securities Asia, Dalton Gardimam, vai além nas sugestões de ações que, na sua visão, poderiam ajudar a acalmar os ânimos: colocar no papel um programa detalhado de ações, anunciar a equipe de governo (incluindo os titulares do Banco Central e principais diretorias, Fazenda, Planejamento, Desenvolvimento e Câmara de Comércio Exterior) e também um pacto de transição ("Manter Armínio Fraga no BC durante um mês, por exemplo".) Gardimam acredita ser impossível escapar da visão "simplista e maniqueísta" do mercado. "Não vai haver estabilidade no mercado financeiro sem uma melhora do quadro eleitoral", diz ele, entendendo como "melhora" do quadro uma redução substantiva das intenções de voto para o candidato do PT e uma melhora de Serra nas pesquisas. "Esta é a hipótese com que trabalham nove em cada dez agentes do mercado." (Sergio Lamucci, Mariana Barbosa e Kátia Luane)
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Mercados reagem com pesquisa eleitoral

A divulgação da pesquisa de intenções de voto CNT/Sensus foi o motivo para a melhora dos mercados no início dessa semana. A Bolsa opera em alta de 2,65%. O dólar comercial está cotado a R$ 2,8130, em queda de 0,95%.

São Paulo - A divulgação da pesquisa de intenções de voto CNT/Sensus foi o motivo para a melhora dos mercados no início dessa semana. O candidato pelo PSDB José Serra subiu 7,6 pontos porcentuais em relação à pesquisa anterior, realizada em maio. Com isso, Serra passou a concentrar 20,9% das intenções de voto, consolidando-se em segundo lugar.

Já o candidato do PT, Luís Inácio Lula da Silva, embora se mantenha na liderança, com 36,1% das intenções de voto, perdeu 4 pontos porcentuais. Outro número que agradou aos investidores, pois indica potencial de crescimento de Serra, foi o aumento da rejeição ao candidato petista, que subiu de 29,9% para 32,1%. Em contrapartida, a rejeição a Serra caiu de 40,9% em maio, para 38% em junho. As entrevistas dessa pesquisa foram feitas entre os dias 16 e 20 deste mês.

Às 14h45, o dólar comercial estava cotado a R$ 2,8130, em queda de 0,95% em relação aos últimos negócios de sexta-feira. No mercado de juros, os contratos de DI futuro com vencimento em janeiro de 2003, negociados na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) pagam taxas de 26,400% ao ano, frente a 26,490% ao ano na sexta-feira. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera com alta de 2,65%.

No início da tarde, a taxa de risco-país, que mede a confiança dos investidores em relação à capacidade de pagamento da dívida do País, estava em 1.687 pontos, sendo que nos últimos dias permanecia acima dos 1.700 pontos. Já os C-Bonds, principais títulos da dívida brasileira, estavam cotados a 59,625 centavos por dólar, frente a 57,125 centavos por dólar na sexta-feira.

Agora, o mercado aguarda com expectativa o resultado da pesquisa Vox Populi, que pode ser divulgado amanhã. As entrevistas da Vox Populi foram feitas neste final de semana e devem captar o impacto junto ao eleitorado das denúncias de corrupção contra integrantes de um suposto esquema de arrecadação de recursos para campanha do PT em Santo André.

Mercados internacionais

Em Nova York, o Dow Jones - Índice que mede a variação das ações mais negociadas na Bolsa de Nova York - está em alta de 0,18%, e a Nasdaq - bolsa que negocia ações de empresas de alta tecnologia e informática em Nova York - opera com alta de 1,07%. Na Argentina, o índice Merval da Bolsa de Valores de Buenos Aires opera com alta de 0,23%.

Não deixe de ver no link abaixo as dicas de investimento, com as recomendações das principais instituições financeiras, incluindo indicações de carteira para as suas aplicações, de acordo com o perfil do investidor e prazo da aplicação. Confira ainda a tabela resumo financeiro com os principais dados do mercado.

Sueli Campo

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Regards,

Isobel


RE: currency rates
Posted by Jo
On Monday, June 24, 2002 at 19:51:49

Message:
Another factor in the dollar-real rate is the U.S. stockmarket. I don't pretend to understand why, but when the U.S. stockmarket falls, the Real gets weaker against the dollar. It's not all fear of Lula.
RE: currency rates
Posted by Isobel
On Tuesday, June 25, 2002 at 08:31:48

Message:
Yes,

Jo is right. There are many factors to consider. I just described one.

Isobel
RE: currency rates
Posted by Randy
On Tuesday, June 25, 2002 at 10:43:39

Message:
Isobel - everything you have written is exactly how I understand the financial crisis in Brazil too. Many govts are concerned with the presidential candidate in the lead and what his financial plans are for Brazil. I think the Brazilians will look to Argentina as what not to do (pegging the peso to the dollar was apparently their biggest problem) and work with the IMF and foreign investors to boost ratings. I am praying that Brazil's economy recovers after the presidential elections.
RE: currency rates
Posted by Colin
On Wednesday, June 26, 2002 at 01:40:25

Message:
Some articles on the BBC News Website on Lula da Silva and the Reals$ fall. I noticed that 1 English £ = Real$ 4.30 this morning.....in March the rate was around Real$ 3.44....

This steep fall in currency is not just a Brazilian problem....South Africa's currency crashed at the start of the year to a historic low of 1 English £ = Rands 20....although it has recovered to around R15 at the moment.....all emerging currency is suffering.

The world economy is in crisis and finally the reality of this debt mountain has finally come home to roost....

http://news.bbc.co.uk/hi/english/business/newsid_2057000/2057137.stm

http://news.bbc.co.uk/hi/english/business/newsid_2062000/2062473.stm


RE: currency rates
Posted by Isobel
On Thursday, June 27, 2002 at 17:24:20

Message:
Estadão on line

Brasil fez tudo certo, mas coisas podem dar errado, diz Soros



Londres - O megainvestidor George Soros disse hoje, em uma conferência na London Business School, que o Brasil é muito bem administrado, mas que as coisas podem dar "muito errado", a não ser que o País receba ajuda externa. Ele propôs um esquema inédito de socorro ao País, com a ajuda direta dos bancos centrais dos Estados Unidos, da União Européia, do Japão e da Inglaterra.

Segundo ele, o único problema no Brasil é a fuga de capitais causada pelo nervosismo em relação à eleição presidencial, o que elevou as taxas de financiamento da dívida a patamares estratosféricos. "Nenhum país pode refinanciar sua dívida a 18% em dólar", disse. Soros evitou dizer qual é a sua expectativa em relação à economia brasileira, e explicou que declarações anteriores suas teriam sido reproduzidas fora do contexto.


Argentina
Na avaliação de Soros a Argentina está entrando em uma "crise sem precedentes", e que é uma situação muito pior do que a vivida pelos Estados Unidos nos anos 30. Ele disse que é razoável que as autoridades da comunidade financeira internacional queiram lavar as mãos em relação a Argentina. Para Soros, a Argentina cometeu vários erros, mantendo sua taxa de câmbio muito alta por muito tempo e que, quando as coisas começaram a dar errado, eles fizeram "muitas coisa estúpidas, que serão difíceis de serem corrigidas". No caso do Brasil, ele disse que não há desculpas para que a comunidade financeira internacional não ajude.

Segundo ele, abandonar o Brasil agora, seria "a falência do sistema", referindo-se à comunidade financeira internacional. Disse ainda que uma ajuda ao Brasil dos Estados Unidos poderia ainda acalmar os mercados de ações fora do Brasil, numa provável referência ao mercado norte-americano.

Alberto Fernandes

RE: currency rates
Posted by Jon Barrett
On Saturday, June 29, 2002 at 11:00:09

Message:
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RE: currency rates
Posted by Jon Barrett
On Saturday, June 29, 2002 at 11:00:18

Message:
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RE: currency rates
Posted by Jon Barrett
On Saturday, June 29, 2002 at 11:00:23

Message:
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RE: currency rates
Posted by incrivel!
On Saturday, June 29, 2002 at 14:48:02

Message:
Jon Barret, you are a fool. Do you really think you'll find a better economy and less crime in Brazil? That's too funny...
RE: currency rates
Posted by Fernando
On Monday, July 01, 2002 at 11:56:58

Message:
Manipulation!!!
Manipulation!!!

Some are profiting
Brazil is losing

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